First day of school
Olá! Estamos no dia 13 de fevereiro de 2017, nosso primeiro dia de aula do semestre e coincidentemente também primeiro dia da disciplina de Estágio em Língua Inglesa II. Momento de reencontrar os colegas e rever os professores, sem falar da ansiedade de saber com o será esse período de aulas? O que estar por vir? E como sempre pontual e cheia de energia a professora Gina entrou na sala e após um bate papo rápido de cumprimentos e saudações , ela já nos apresentou o cronograma da disciplina, que já vem cheio de novidades.
A professora começa e nos informa sobre como será a metodologia e o cronograma estabelecidos acerca do estágio supervisionado em Língua Inglesa II - Regência. Nesse encontro, Gina disponibilizou por email o manual de estágio, que contém todos os requisitos, inclusive os documentos que inclui o Termo de Compromisso de Estágio Obrigatório (TCE) e a Apólice que oficializa e legitima nossa participação durante todo o processo de vinculo a Instituição.
Vimos ainda a programação do planejamento de estágio com a seleção de temas, conteúdos que serão escolhidos e aplicados por nós. A pró ressaltou que o estágio poderia ser em dupla, mas que cada um relatasse suas experiências separadamente. Após todas essas informações, Gina nos apresentou um vídeo maravilhoso animal school - A escola dos Animais
A
história nos conta que havia uma escola para os animais, onde todos deveriam
cumprir o mesmo currículo contendo quatro modalidades obrigatórias assim descritas:correr, trepar, voar e nadar. Portanto, nesse ambiente
escolar todos os animais “teriam que possuir” as mesmas habilidades. Observamos
de inicio o sucesso dos bihos, mas em seguida a reprovação de cada animal. O canguru
corria ótimo, mas foi reprovado ao nadar, já o pato nadava excelente, porém no
quesito de trepar em árvores, era péssimo, e assim foi acontecendo
sucessivamente com os outros animais, a águia, o urso, etc.
Ao final do vídeo, a professora nos propôs uma
reflexão sobre entre os personagens dos animais e a realidade com os nossos futuros alunos. Ou seja, ao entrarmos em uma sala de aula temos que ter a consciência que cada aluno possui uma personalidade e suas
habilidades portanto serão diferentes , não podemos nivelar ou compará-los, e
sim manter o equilíbrio e o discernimento
quando formos ministrar os assuntos e as atividades em sala de aula.
Ainda durante a aula, assistimos outro vídeo do Charles Brown, as cenas retratam que a vida escolar do aluno se resume em tirar boas notas, ou seja, é uma critica as escolas doutrinadoras que visam somente o desempenho e a competência dos alunos durante as avaliações (provas). No entanto, após o vídeo discutimos que as notas são importantes sim, mas somente elas não chancelam as potencialidades dos alunos, pois existem outros meios de verificar suas habilidades sem necessariamente estarem sentado numa carteira, com um papel lápis, caneta e borracha em mãos.
E não pensem vocês que a aula acabou, depois da exibição de Charles Brown, a pró Gina lançou vários paradigmas para nos analisarmos entre a escola moderna (que havia disciplina e não tinha compromisso com o desempenho) e a escola contemporânea (que continua com a disciplina e quer ter desempenho). Nas indagações fomentamos.
A escola é um lugar possível? A escola tem quer ser reinventada.
Para que serve a escola?
Uma analise entre escola. Fábrica e prisão. O que elas tem em comum? Ordenação, muros,. fardamentos , horários fixos.
Então debatemos nossas opiniões entre a sociedade de desempenho e sociedade disciplina. A sociedade de desempenho consiste em preparar o sujeito para a produtividade, buscando mais possibilidades e com isso obterá mais resultados. Já a sociedade disciplina é voltada para obediência as leis e a negatividade das ações. Portanto, a escola se mantém em meio a essas transformações socais e culturais e deve transitar como agente transformador, instituindo marcas simbólicas com a intersubjetividade e o afeto entre os indivíduos da sociedade.
Enfim, nada disso adianta se nós não tivermos nossa motivação pessoal para podermos discernir nossas ações em prol do sujeito, do aluno. Logo vimos outro vídeo do professor Clóvis de Barros Filhos, que discursa sobre a motivação em busca de ser feliz.
Em continuidade Gina falou sobre o currículo, ou seja os tipos oficial, real, oculto, os conceitos de vários estudiosos e sua funcionalidade. (corrida , caminhada , jornada).
Entendemos por currículo como um conjunto de informações que dizem respeito aos conteúdos a serem ensinados e aprendidos; as experiências de aprendizagem escolares a serem vividas pelos estudantes; os planos pedagógicos elaborados por professores, escolas e sistemas educacionais. O documento pessoal de apresentação trás os objetivos a serem alcançados por meio do processo de ensino; os processos de avaliação que terminam por influir nos conteúdos e nos procedimentos selecionados nos diferentes graus da escolarização.
Ainda durante a aula, assistimos outro vídeo do Charles Brown, as cenas retratam que a vida escolar do aluno se resume em tirar boas notas, ou seja, é uma critica as escolas doutrinadoras que visam somente o desempenho e a competência dos alunos durante as avaliações (provas). No entanto, após o vídeo discutimos que as notas são importantes sim, mas somente elas não chancelam as potencialidades dos alunos, pois existem outros meios de verificar suas habilidades sem necessariamente estarem sentado numa carteira, com um papel lápis, caneta e borracha em mãos.
E não pensem vocês que a aula acabou, depois da exibição de Charles Brown, a pró Gina lançou vários paradigmas para nos analisarmos entre a escola moderna (que havia disciplina e não tinha compromisso com o desempenho) e a escola contemporânea (que continua com a disciplina e quer ter desempenho). Nas indagações fomentamos.
A escola é um lugar possível? A escola tem quer ser reinventada.
Para que serve a escola?
Uma analise entre escola. Fábrica e prisão. O que elas tem em comum? Ordenação, muros,. fardamentos , horários fixos.
Então debatemos nossas opiniões entre a sociedade de desempenho e sociedade disciplina. A sociedade de desempenho consiste em preparar o sujeito para a produtividade, buscando mais possibilidades e com isso obterá mais resultados. Já a sociedade disciplina é voltada para obediência as leis e a negatividade das ações. Portanto, a escola se mantém em meio a essas transformações socais e culturais e deve transitar como agente transformador, instituindo marcas simbólicas com a intersubjetividade e o afeto entre os indivíduos da sociedade.
Enfim, nada disso adianta se nós não tivermos nossa motivação pessoal para podermos discernir nossas ações em prol do sujeito, do aluno. Logo vimos outro vídeo do professor Clóvis de Barros Filhos, que discursa sobre a motivação em busca de ser feliz.
Em continuidade Gina falou sobre o currículo, ou seja os tipos oficial, real, oculto, os conceitos de vários estudiosos e sua funcionalidade. (corrida , caminhada , jornada).
Entendemos por currículo como um conjunto de informações que dizem respeito aos conteúdos a serem ensinados e aprendidos; as experiências de aprendizagem escolares a serem vividas pelos estudantes; os planos pedagógicos elaborados por professores, escolas e sistemas educacionais. O documento pessoal de apresentação trás os objetivos a serem alcançados por meio do processo de ensino; os processos de avaliação que terminam por influir nos conteúdos e nos procedimentos selecionados nos diferentes graus da escolarização.
Todas essas concepções refletem diferentes
compromissos e posições teóricas. O que podemos afirmar, no entanto, é que as
discussões curriculares envolvem os temas relativos aos conhecimentos
escolares, aos procedimentos pedagógicos, às relações sociais, aos valores que
a escola insere, às identidades dos estudantes.
Para encerar Gina, trouxe um momento lúdico com a música realce, composta por Gilberto Gil. Parafraseando a canção, esse momento serviu para nos realçar, elevar nossa autoestima e nos preparar aos novos desafios que estão por vir. Portanto realce nesse estágio de Língua Inglesa II Regência.
Não se incomode
O
que a gente pode, pode
O
que a gente não pode explodirá
A
força é bruta
E a
fonte da força é neutra
E
de repente a gente poderá
Realce,
realce
Quanto
mais purpurina melhor
Realce,
realce
Com
a cor-do-veludo, com amor
Com
tudo de real teor de beleza
Realce,
realce, realce, realce
Realce,
realce, realce, realce
Não
se impaciente
O
que a gente sente, sente
Ainda
que não se tente afetará
O
afeto é fogo
E o
modo do fogo é quente
E
de repente a gente queimará
Realce,
realce
Quanto
mais parafina melhor
Realce,
realce
Com
a cor-do-veludo, com amor
Com
tudo de real teor de beleza
Realce,
realce, realce, realce
Realce,
realce, realce, realce
Não
desespere
Quando
a vida fere, fere
E nenhum
mágico interferirá
Se
a vida fere
Com
a sensação do brilho
De
repente a gente brilhará
Realce,
realce
Quanto
mais serpentina melhor
Realce,
realce
Com
a cor-do-veludo, com amor
Com
tudo de real teor de beleza
Realce, realce, realce, realce


Maravilha!
ResponderExcluirGostei muito amigo!
Acredito em você!
Linda, obrigado você é maravilhosa. beijos...
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