domingo, 27 de novembro de 2016

Seminário sobre a Língua Inglesa Estrangeira Moderna (LEM)





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Os jovens - sejam japoneses, franceses, angolanos, brasileiros ou mexicanos - vêem os mesmos filmes, curtem as músicas de sucesso internacional, lêem os best-sellers e acessam ao mesmo tempo as páginas da internet. E fazem tudo isso usando, além da língua materna, o inglês e também o espanhol, que amplia cada vez mais seu alcance. Por isso, o ensino de Língua Estrangeira vem se modificando (confira a linha do tempo no quadro abaixo) e hoje busca, como principal objetivo, fazer com que os estudantes participem ativa e criticamente de um mundo com fronteiras diluídas no que diz respeito ao acesso à informação.
Com base nessa perspectiva vamos apresentar seminários sobre LEM - Língua Estrangeira Moderna,  no dia 29.11.16 . Nesse trabalho abordaremos sobre as Orientações Curriculares para o Ensino Médio foram elaboradas a partir de ampla discussão com as equipes técnicas dos Sistemas Estaduais de Educação, professores e alunos da rede pública e representantes da comunidade acadêmica.
O objetivo deste material é contribuir para o diálogo entre professor e escola sobre a prática docente. A qualidade da escola é condição essencial de inclusão e democratização das oportunidades no Brasil, e o desafi o de oferecer uma educação básica de qualidade para a inserção do aluno, o desenvolvimento do país e a consolidação da cidadania é tarefa de todos. 
Para garantir a democratização do acesso e as condições de permanência na escola durante as três etapas da educação básica – educação infantil, ensino fundamental e médio –, o governo federal elaborou a proposta do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profi ssionais da Educação). 
Entre as várias ações de fortalecimento do ensino médio destacam-se o Prodeb (Programa de Equalização das Oportunidades de Acesso à Educação Básica) e a implementação do PNLEM (Programa Nacional do Livro do Ensino Médio). A Secretaria de Educação Básica do MEC passou a publicar ainda livros para o professor, a fi m de apoiar o trabalho científico e pedagógico do docente em sala de aula.
 Os temas são: 
Equipe 1: Orientações curriculares para o ensino Médio - LEM (OCEM, PCNEMs, PCNEM+);
Equipe 2: Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) - LEM;
Equipe 3: Competências e Habilidades no ensino de LEM;
Equipe 4: Currículo e Avaliação em LEM;
Equipe 5: Leitura em LEM (Estratégia e Estudo de Gênero



Referencia:

http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/book_volume_01_internet.pdf
http://acervo.novaescola.org.br/lingua-estrangeira/fundamentos/alem-gramatica-426788.shtml


Estágio de Observação I em Língua Inglesa - Minhas Reflexões



















Meu estagio I de Observação em Língua Inglesa , ministrado pela professora de Língua Inglesa, Gina Imbrosi do Centro Universitário Jorge Amado, foi realizado no Colégio da Policia Militar CPM – João Florêncio Gomes, Unidade Ribeira, que está localizada na Avenida Beira Mar.  A instituição militar foi criada pelo decreto 17.624 – D. O. 31.12.1959 está situado na Península Itapagipana, em uma das mais belas praias da Cidade Baixa. No dia 21 de fevereiro 2006, através do Decreto 9.835 publicado no D.O de 22 de fevereiro foi celebrado convênio entre a Secretaria de Educação da Bahia e a Polícia Militar do Estado da Bahia sendo então transformado em Colégio da Polícia Militar – João Florêncio Gomes.
O interessante desse estágio I de observação em Língua Inglesa é que foi em uma escola da Polícia Militar que apesar da disciplina e hierarquia os alunos não deixam de ser de obter senso crítico e defender suas opiniões e ideologias. Observei uma sala de aula  bastante diversificada, na qual  alunos de todos os tidos desde aqueles que apresentam mais facilidade no entendimento dos assuntos e outros que mostram suas realidades em problemas relacionados as contexto social, psicológico e até mesmo familitar..
Para tanto, o professor precisa ter uma postura interdisciplinar, estimular os alunos a trabalhar a imaginação, percepção, capacidade de análise, síntese, capacidade de criar estratégias e pensamentos abstratos em suas atividades e objetivos. Mas os momentos de apreensão, nervosismo e timidez vão aos poucos sendo neutralizados, pelo sorriso, pelo olhar, pela receptividade, atenção da maioria dos alunos, esse realmente é o que realmente importa quando nós estamos exercendo nosso papel como educador. Encerro como um a reflexão do escritor Paulo Frete que resta tudo isso que idealizei e obtive nesses encontros com vida chamada educação.














A experiência do estágio de observação em Língua Inglesa I foi fascinante observar de perto essa realidade e saber que em breve farei parte desse mundo da educação atuando como ser de transformação nas alegrias e tristezas desses jovens nas escolas e na sala de aula. Os pontos negativos encontrados foram à estrutura da escola que está precisando de reformas urgentes e da parte pedagógica o tempo de aula curto e o excesso de assuntos.
Concluindo esse estágio agradeço imensamente a diretoria da instituição em nome do tenente coronel Welder, da diretoria pedagógica, professora Eliane, do corpo docente e discente, formados pelos professores, funcionários, alunos. E a professora Gina por me proporcionar esses momentos imprescindíveis para a minha formação. Muito obrigado pelo acolhimento, atenção e respeito. Foi simplesmente inesquecível. 
Para finalizar faço a seguinte reflexão que ser professor é uma profissão crucial que lida com saberes e com a formação humana e que a busca por aperfeiçoamento é permanente.
“Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”. Paulo Freire




(Eu juntos com os professores em frente ao CPM)













(Eu o professor de inglês Elsimar (camisa amarela) e os outros professores do CPM)

Nossas Mini Aulas na Faculdade





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Agora colegas, todos prontos para apresentação do seminários sobre LEM - Língua Estrangeira Moderna,  no dia 29.11.16 . Nesse trabalho falaremos sobre as Orientações Curriculares para o Ensino Médio foram elaboradas a partir de ampla discussão com as equipes técnicas dos Sistemas Estaduais de Educação, professores e alunos da rede pública e representantes da comunidade acadêmica.
O objetivo deste material é contribuir para o diálogo entre professor e escola sobre a prática docente. A qualidade da escola é condição essencial de inclusão e democratização das oportunidades no Brasil, e o desafi o de oferecer uma educação básica de qualidade para a inserção do aluno, o desenvolvimento do país e a consolidação da cidadania é tarefa de todos. 
Para garantir a democratização do acesso e as condições de permanência na escola durante as três etapas da educação básica – educação infantil, ensino fundamental e médio –, o governo federal elaborou a proposta do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profi ssionais da Educação). 
Entre as várias ações de fortalecimento do ensino médio destacam-se o Prodeb (Programa de Equalização das Oportunidades de Acesso à Educação Básica) e a implementação do PNLEM (Programa Nacional do Livro do Ensino Médio). A Secretaria de Educação Básica do MEC passou a publicar ainda livros para o professor, a fi m de apoiar o trabalho científico e pedagógico do docente em sala de aula.
 Os temas são: 
Equipe 1: Orientações curriculares para o ensino Médio - LEM (OCEM, PCNEMs, PCNEM+);
Equipe 2: Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) - LEM;
Equipe 3: Competências e Habilidades no ensino de LEM;
Equipe 4: Currículo e Avaliação em LEM;
Equipe 5: Leitura em LEM (Estratégia e Estudo de Gênero



Referencia:

http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/book_volume_01_internet.pdf


Planejamento de Aula


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O planejamento está presente em quase todas as nossas ações, pois ele norteia a realização das atividades. Portanto, o mesmo é essencial em diferentes setores da vida social, tornando-se imprescindível também na atividade docente. O planejamento de aula é de fundamental importância para que se atinja êxito no processo de ensino-aprendizagem. A sua ausência pode ter como consequência, aulas monótonas e desorganizadas, desencadeando o desinteresse dos alunos pelo conteúdo e tornando as aulas desestimulantes.
Assim como é de suma importância o professor saber dos métodos de ensino, para verificar qual deles melhor se adapta a sua turma, o planejamento é ainda mais, pois sem o planejamento como o professor poderá aplicar algum tipo de método? 
 Nessa aula com a professora Gina pude observar o quanto é importante planejar as minhas aulas. Entrar numa sala de aula de qualquer forma, sem antes ter planejado aquela aula, para mim não condiz com a ética profissional de um professor e é levar o ensino de qualquer forma. NÃO É PARA ISSO QUE ESTOU ME FORMANDO. Nessa aula pude refletir mais a respeito da responsabilidade com as minhas aulas, pensando numa sequencia lógica do aprendizado dos meus futuros alunos, além de me organizar como profissional.
Mas o que seria planejamento? Planejamento nada mais é do que pensar e organizar a ação pedagógica para alcançar os objetivos propostos, tendo como principal função garantir a coerência entre as atividades e as aprendizagens que pretende proporcionar.
O planejamento escolar é uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades didáticas em termos de organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino”. Portanto, o planejamento de aula é um instrumento essencial para o professor elaborar sua metodologia conforme o objetivo a ser alcançado, tendo que ser criteriosamente adequado para as diferentes turmas, havendo flexibilidade caso necessite de alterações.
Porém, apesar da grande importância do planejamento de aula, muitos professores optam por aulas improvisadas, o que é extremamente prejudicial no ambiente de sala de aula, pois muitas vezes as atividades são desenvolvidas de forma desorganizada, não havendo assim, compatibilidade com o tempo disponível. Entre os elementos que devem compor um plano de aula estão: - clareza e objetividade; Atualização do plano periodicamente;
- Conhecimento dos recursos disponíveis da escola; Noção do conhecimento que os alunos já possuem sobre o conteúdo abordado; Articulação entre a teoria e a prática;  Utilização de metodologias diversificadas, inovadoras e que auxiliem no processo de ensino-aprendizagem;  Sistematização das atividades com o tempo;  Flexibilidade frente a situações imprevistas;  Realização de pesquisas buscando diferentes referências, como filmes, revistas, jornais, documentários,entre outros. 
Uma das ferramentas mais importantes de um professor é o Plano de Aula, é um instrumento norteador para que o professor possa pôr em pratica na sala de aula todos os métodos planejados e expostos no plano de aula.


Níveis de planos:

  • Da escola / instituição: documento global, orientações gerais.
  • De ensino: tarefa a ser desenvolvida no ano / módulo, dividida em unidades sequenciais.
  • De aula: desenvolvido para uma aula, ou conjunto de aulas; caráter específico.

Os planos devem:

  • articular-se à prática,
  • ser refeitos e revistos,
  • servir de instrumento para reflexão e avaliação


Em síntese planejar é:

  • Antecipar mentalmente uma ação a ser realizada e agir de acordo com o previsto;
  • É uma atividade que orienta a tomada de decisões da escola e dos professores em relação às situações docentes de ensino e aprendizagem, tendo em vista alcançar os melhores resultados possíveis;
  • É um processo de racionalização que articula a atividade escolar e a problemática do contexto social.



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Métodos de Ensino de Língua Estrangeira



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O ensino de línguas estrangeiras pode ter por base diferentes concepções acerca da linguagem, bem como, de que modo essas línguas podem ser aprendidas e ensinadas, estando o ensino vinculado a decisões sobre o conteúdo programático e sua sequência.
Em função disso, o ensino de línguas estrangeiras enfrenta inúmeras críticas e questionamentos, tendo em vista a priorização da necessidade de se avaliar e pensar o ensino de maneira mais condizente com a realidade do aluno, do professor e da escola.
Uma ferramenta de suma importância, para podermos refletirmos como estamos dando as nossas aulas, são os métodos de ensino. Com essa informação poderei observar qual método o professor que irei observar esta aplicando. Além de poder estudar qual o melhor método para poder aplicar no estágio supervisionado II ou métodos, além de levar esse aprendizado para a minha vida profissional.
O professor ao motivar e estimular o aprendizado dos seus alunos, utiliza-se de estratégia de ensinos que chamamos de métodos. Foram desenvolvidos ao longo do tempo vários tipos de métodos de ensinos. Não existe assim um método perfeito, ou melhor do que os demais. O professor deve ter conhecimento dessa variedade de métodos e de acordo com sua turma aplicar aquele que se adapta melhor naquela turma. Podendo também adaptar utilizando partes de vários métodos, caso seja necessário. Vejamos alguns dos métodos.

I - O método da gramática e tradução (AGT) É sempre um processo dedutivo, partindo da regra para o exemplo. Basicamente, esse método consiste no ensino da segunda língua pela primeira. Toda informação necessária para construir uma frase, entender um texto ou apreciar um autor, é dada através de explicação na língua materna do aluno. Os três passos essenciais para aprendizagem da língua: a) memorização prévia de uma lista de palavras; b) conhecimento das regras necessárias para juntar essas palavras em frases; c) exercícios de tradução e versão. O Método tem como características principais:   as aulas são ministradas na língua materna do aluno, havendo pouco uso ativo da língua-alvo; os alunos deverão ter domínio da terminologia gramatical e o conhecimento profundo das regras do idioma com todas as suas exceções; a leitura dos textos clássicos difíceis é feita em estágios iniciais;  a tradução da língua-alvo para a língua materna é um exercício típico;  pouca atenção é dada ao conteúdo dos textos, que são tratados como exercício de análise gramatical, entre outros.
 Método direto (AD) O princípio fundamental do método direto é de que a língua-alvo se aprende através da língua-alvo. Com isso, a língua materna nunca deve ser usada na sala de aula. A transmissão do significado dá-se através de gestos, mímicas e gravuras, sem jamais recorrer à tradução para a língua materna. O aluno deve aprender a “pensar na língua-alvo”.
 A ênfase está na língua oral, mas a escrita pode ser introduzida já nas primeiras aulas. O uso de diálogos situacionais e pequenos trechos de leitura são o ponto de partida para exercícios orais e escritos. Assim é usada pela primeira vez no ensino de línguas estrangeiras a integração das quatro habilidades: ouvir, falar, ler e escrever.
 O aluno é primeiro exposto aos “fatos” da língua para mais tarde chegar a sua sistematização. O exercício oral deve preceder o escrito. A técnica da repetição é usada para o aprendizado automático da língua. O uso de diálogos sobre assuntos da vida diária tem por objetivo tornar viva a língua usada na sala de aula. O ditado é abolido como exercício. Características: as lições começam com diálogos e anedotas breves, em estilo moderno de conversação; ações e ilustrações são usadas para esclarecer o significado desse material;  não é permitido o uso da língua materna, o que significa que a tradução para a língua materna do aluno é abolida, entre outras.
 Método Audiolingual (AAL) - Esse método baseia-se nas seguintes premissas:a) língua é fala, não escrita; b) língua é um conjunto de hábitos; c) ensine a língua, não sobre a língua; d) a língua é o que os falantes nativos dizem, não o que alguém acha que eles deveriam dizer; e) as línguas são diferentes. A partir disso, o aluno só deve ser exposto à escrita quando os padrões da língua oral já estiverem bem automatizados, porque, para os estudiosos dessa área, a escrita é uma fotografia muito mal feita da fala. Por outro lado, o aluno não aprende errando, pois, nessa concepção metodológica, acredita-se que quem erra acaba aprendendo os próprios erros. O que vale afirmar que um aluno aprende uma língua pela prática, não através de explicitações ou explicações gramaticais. A tarefa primordial do planejamento de cursos é detectar as diferenças entre a primeira e a segunda língua, concentrando-se aí as atividades.
Community Language Learning    Importante: reações físicas, instintivas e vontade de aprender entre si; Professor: deveum bom relacionamento comunitário na classe; sempre alerta para a necessidade de apoio que seus alunos têm com relação a seus medos e inseguranças na aprendizagem; Alunos: Sempre bem informados quanto ao que deve acontecer em cada atividade, com o controle da interação /são constantemente convidados a dizer como se sentem e o professor deve ser capaz de compreender suas reações; Aprendizagem lingüística: visa à comunicação e expressão de idéias e A cooperação, e não a competição deve ser incentivada.
Método Natural Esse método tem por objetivo desenvolver a aquisição (uso inconsciente das regras gramaticais) da língua em vez da aprendizagem (uso consciente). Dessa forma, a fala surgirá naturalmente, sem pressão do professor. A premissa básica é que o aluno deve receber um INPUT lingüístico quase totalmente compreensível, de modo a ampliar sua compreensão da L2. Características principais são:  a pronúncia não é enfatizada e encara-se a perfeição como uma meta não realística; o aluno é responsável pela própria aprendizagem; a gramática é ensinada indutivamente; os erros são vistos como algo inevitável, algo que pode ser usado construtivamente no processo de ensino;  espera-se do professor tanto uma boa proficiência geral da língua-alvo (L2) como habilidade de analisar a língua.

Total Physical Response Foco: na aprendizagem prazerosa da língua; Atividades divertidas e engraçadas, movimento corporal é um grande recurso para ajudar na compreensão; Alunos: repetição de comandos com posterior demonstração e Apresentação das estruturas, após seu domínio: leitura e escrita.
Communicative Language Teaching, também chamado Communicative Approach ouFunctional Approach, é a versão britânica do movimento iniciado no início da década de 60 em reação ao estruturalismo (estudo das formas da língua, de sua estrutura gramatical) e do behaviorismo (reflexos condicionados moldando o comportamento). Na abordagem comunicativa, a unidade básica da língua, que requer atenção, é o ato comunicativo, ao invés da frase. A função se sobrepõe à forma, e significado e situações é que inspiram a planificação didática e a confecção de materiais. Competência comunicativa passa ser o objetivo em vez do acúmulo de conhecimento gramatical ou da estocagem de formas memorizadas. Sem dúvida, a abordagem comunicativa representa uma evolução inteligente em direção a um ensino-aprendizado de línguas mais humano e centrado nos interesses do aprendiz. É a abordagem comunicativa que inspira os métodos hoje mais eficazes. Serão entretanto menos eficazes esses métodos se limitarem-se a atividades tipo role-play artificializadas em sala de aula. Serão, isto sim, mais eficazes se proporcionarem familiarização, construção e aquisição de habilidades comunicativas através de interação humana, de situações reais de comunicação em ambientes multiculturais.
 Participatory Approach, também conhecido como o Método Paulo freire (Ensino de Línguas): levantamento do universo vocabular dos alunos; Pressupostos: afetividade, conscientização, liberdade e critica; Professores e aprendizes : aprendem e ensinam em comunhão; Leitura: capacidade de interpretar, compreender, criticar, resignificar e produzir conhecimento. A aplicabilidade desse método é  possibilitar o estabelecimento de novos tipos de trocas simbólicas com outros indivíduos, acesso a bens culturais envolvendo da língua materna com  outras nacionalidades.

Temos métodos suficientes basta sabermos escolhê-los para aplicá-los.





Aula com videos interativos do Estádio Supervisionado do Curso de Letras

Aula com videos interativos do  Estádio Supervisionado do Curso de Letras

Nunca na escola se discutiu tanto quanto hoje assuntos como falta de limites, desrespeito na sala de aula e desmotivação dos alunos. Nunca se observou tantos professores cansados, estressados e, muitas vezes, doentes física e mentalmente. Nunca os sentimentos de impotência e frustração estiveram tão marcantemente presentes na vida escolar.
Por essa razão, dentro das escolas as discussões que procuram compreender esse quadro tão complexo e, muitas vezes, caótico, no qual a educação se encontra mergulhada, são cada vez mais freqüentes. Professores debatem formas de tentar superar todas essas dificuldades e conflitos, pois percebem que se nada for feito em breve não se conseguirá mais ensinar e educar. Entretanto, observa-se que, até o momento, essas discussões vêm sendo realizadas apenas dentro do âmbito da escola, basicamente envolvendo direções, coordenações e grupos de professores. Em outras palavras, a escola vem, gradativamente, assumindo a maior parte da responsabilidade pelas situações de conflito que nela são observadas.
 Computadores e programas de última geração, projetos multi e interdisciplinares de todos os tipos e para todos os gostos, avaliações participativas, enfim uma infinidade de propostas e atividades visando a, principalmente, atrair os alunos para os bancos escolares. Não é mais suficiente a idéia de uma escola na qual o individuo ingressa para aprender e conhecer. Agora a escola deve também entreter.
As relações humanas, embora complexas, são peças fundamentais na realização comportamental e profissional de um indivíduo. Desta forma, a análise dos relacionamentos entre professor/aluno envolve interesses e intenções, sendo esta interação o expoente das consequências, pois a educação é uma das fontes mais importantes do desenvolvimento comportamental e agregação de valores nos membros da espécie humana
Segundo FREIRE (1996: 96), “o bom professor é o que consegue, enquanto fala, trazer o aluno até a intimidade do movimento do seu pensamento. Sua aula é assim um desafio e não uma cantiga de ninar. Seus alunos cansam, não dormem. Cansam porque acompanham as idas e vindas de seu pensamento, surpreendem suas pausas, suas dúvidas, suas incertezas”.
Ainda segundo o autor, “o professor autoritário, o professor licencioso, o professor competente, sério, o professor incompetente, irresponsável, o professor amoroso da vida e das gentes, o professor mal-amado, sempre com raiva do mundo e das pessoas, frio, burocrático, racionalista, nenhum deles passa pelos alunos sem deixar sua marca”. 
A professora Gina em  continuidade da aula de estagio, apresentou novas temáticas sobre a importância do papel do professor 







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O professor não é mais o detentor do conhecimento, que só transmite a informação. Hoje sabemos que há uma troca, esta deve ser realizada de acordo com perfil dos alunos que compõem a  turma na qual o orientador ensina. O Vídeo do Pateta mostrado na aula da professora Gina mostra uma realidade de maneira divertida e irônica ao mesmo tempo, pois o próprio personagem que tem o nome de “pateta” é o professor que numa sala de aula tentar passar o conteúdo para uma turma totalmente pluralizada com comportamentos de estudantes dos mais diferentes possíveis. Portanto, foi mostrado que apesar das dificuldades que encontraremos numa sala de aula, nós futuros professores não devemos estar desmotivados e apáticos, temos que acreditar que em nosso potencial e utilizar nossa criatividade com métodos que atraiam a atenção dos alunos e torne a aula mais atrativa e envolvente. 

https://www.espacoacademico.com.br
  

Em seguida foi apresentado trechos do filme – O Substituto



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A história de um professor de ensino médio, que apesar de ter o dom nato para se comunicar com os jovens, só dá aulas como substituto. Mas o ponto principal da história é quando ele é chamado para lecionar em uma escola pública, se encontra em meio à professores desmotivados e adolescentes violentos. Daí em diante ele  vai aos poucos começar a perceber como pode fazer a diferença na vida daqueles alunos. Portanto, o filme não retrata o enredo de um simples professor que com uma sensibilidade critica e  de maneira inteligente a temática nos resgata  a  história entre alunos que são dirigidos por uma diretora que prioriza, ao invés da educação, os interesses egoístas vinculado ao caos das instituições públicas que infelizmente é uma realidade em nosso país. Com isso, o filme nos remete a uma melhoria existencial humana não com a missão que é possível salvar a educação em todas as escolas, mas podemos, sim, dentro da nossa realidade começar a salvar um pouco dessa humanidade tão desacreditada dos poderes públicos e dos nosso próprios medos e frustrações. 

Vamos em frente nessa conquista na qual a educação é a nossa vitória!


sábado, 26 de novembro de 2016

Papel do professor frente à situação do ensino de língua estrangeira no Brasi



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Por que o ensino de Língua Estrangeira nas escolas regulares brasileiras não é tratado com a devida importância?
O Projeto Político Pedagógico norteia-se na premissa de constituir uma escola baseada na democracia e qualidade de ensino para todos. Segundo Libâneo (2004) “O Projeto Político Pedagógico é o documento que detalha objetivos, diretrizes e ações do processo educativo a ser desenvolvido na escola, expressando a síntese das exigências sociais e legais do sistema de ensino e os propósitos e expectativas da comunidade escolar”. Cada instituição de ensino se baseia em seu próprio projeto, formando dessa maneira sua identidade e autonomia, fundamentando-se para tanto em sua situação e levando em conta suas necessidades, suas diretrizes devem ser discutidas e aprovadas pela comunidade, pois só assim haverá verdadeiramente democracia em sua concepção
 Os PCN’s a maioria das propostas de ensino de LE no Brasil diz privilegiar uma “abordagem comunicativa” da língua. No entanto, o que se observa é que os exercícios e a própria concepção de avaliação contempla apenas os aspectos gramaticais e formativos da língua. O documento ainda cita que as justificativas para o não cumprimento do que se propõe a ensinar são: “falta de materiais adequados, classes excessivamente numerosas, numero reduzido de aulas por semana, tempo insuficiente dedicado à matéria no currículo e ausência de ações formativas contínuas junto ao corpo docente” (BRASIL, 1998, p.24).
Com a minha vivencia em sala de aula, através do estagio de observação, estou podendo constatar justamente a não aplicação do que dizem os PCN’s, as aulas são apenas aplicações de conteúdos gramaticais, tornando as aulas monótonas e “chatas”. Existem problemas, existem inúmeros, porém cabe ao professor tentar mudar, criando novas abordagens de ensino, como por exemplo, dinâmicas, para incentivar o aprendizado de língua estrangeira. Um aluno que conclui o ensino médio sabendo se comunicar em uma língua estrangeira, tem perspectivas maiores de conseguir passar num vestibular e/ou de conseguir uma colocação no mercado de trabalho do que o aluno que sai do ensino médio com essa deficiência.
O papel do professor de língua estrangeira (LE) no ensino regular no Brasil possui inúmeros desafios e segundo os PCN’s, talvez o maior desafio do professor de LE seja, desenvolver um trabalho escolar que vise a incorporar os conhecimentos dos alunos à nova disciplina e ampliar as oportunidades de acesso a outros conhecimentos, culturas e realidades.
É saber utilizar os conhecimentos prévios dos alunos criando assim uma atmosfera de interação social entre os alunos e o professor, ampliando assim o aprendizado. O professor assume o papel de mediador do conhecimento levando os alunos a reflexões e ao entendimento do papel que a (LE) irá ter em seu aprendizado e as oportunidades que ela irá proporcionar, criando um interesse, ou melhor, uma motivação a mais para os estudantes de (LE), tornando o processo de aprendizagem mais prazeroso e eficiente. Claro que não podemos deixar de lado os níveis sociais que cada aluno possui, cabendo ao professor identificar e ajudar a este aluno na sua construção de pensamento/resposta.
 Verifcamos  que fica a cargo do professor de LE, analisar de como esta sendo o rendimento dos seus alunos, refletindo maneiras de aprimorar seus métodos de ensino/aprendizagem, para um melhor aproveitamento das aulas por seus alunos. Levando sempre em consideração as desigualdades sociais existentes em cada sala de aula, e atuando como agente facilitador do aprendizado, deixando claro tanto para seus alunos a até mesmo aos seus colegas de profissão da importância de se ter conhecimento em uma (LE).

Fonte:  http://www.uel.br/revista/prodocenciafope/pages/arquivos/Volume3/ALEXANDRE%20STEIN.
http://www.sbpcnet.org.br/livro/64ra/resumos/resumo