Por
que o ensino de Língua Estrangeira nas escolas regulares brasileiras não é
tratado com a devida importância?
O
Projeto Político Pedagógico norteia-se na premissa de constituir uma escola
baseada na democracia e qualidade de ensino para todos. Segundo Libâneo (2004)
“O Projeto Político Pedagógico é o documento que detalha objetivos, diretrizes
e ações do processo educativo a ser desenvolvido na escola, expressando a
síntese das exigências sociais e legais do sistema de ensino e os propósitos e
expectativas da comunidade escolar”. Cada instituição de ensino se baseia em
seu próprio projeto, formando dessa maneira sua identidade e autonomia,
fundamentando-se para tanto em sua situação e levando em conta suas
necessidades, suas diretrizes devem ser discutidas e aprovadas pela comunidade,
pois só assim haverá verdadeiramente democracia em sua concepção
Os PCN’s a maioria das propostas de ensino de
LE no Brasil diz privilegiar uma “abordagem comunicativa” da língua. No
entanto, o que se observa é que os exercícios e a própria concepção de
avaliação contempla apenas os aspectos gramaticais e formativos da língua. O
documento ainda cita que as justificativas para o não cumprimento do que se
propõe a ensinar são: “falta de materiais adequados, classes excessivamente
numerosas, numero reduzido de aulas por semana, tempo insuficiente dedicado à
matéria no currículo e ausência de ações formativas contínuas junto ao corpo
docente” (BRASIL, 1998, p.24).
Com
a minha vivencia em sala de aula, através do estagio de observação, estou
podendo constatar justamente a não aplicação do que dizem os PCN’s, as aulas
são apenas aplicações de conteúdos gramaticais, tornando as aulas monótonas e
“chatas”. Existem problemas, existem inúmeros, porém cabe ao professor tentar
mudar, criando novas abordagens de ensino, como por exemplo, dinâmicas, para
incentivar o aprendizado de língua estrangeira. Um aluno que conclui o ensino
médio sabendo se comunicar em uma língua estrangeira, tem perspectivas maiores
de conseguir passar num vestibular e/ou de conseguir uma colocação no mercado
de trabalho do que o aluno que sai do ensino médio com essa deficiência.
O
papel do professor de língua estrangeira (LE) no ensino regular no Brasil
possui inúmeros desafios e segundo os PCN’s, talvez o maior desafio do
professor de LE seja, desenvolver um trabalho escolar que vise a incorporar os
conhecimentos dos alunos à nova disciplina e ampliar as oportunidades de acesso
a outros conhecimentos, culturas e realidades.
É
saber utilizar os conhecimentos prévios dos alunos criando assim uma atmosfera
de interação social entre os alunos e o professor, ampliando assim o
aprendizado. O professor assume o papel de mediador do conhecimento levando os
alunos a reflexões e ao entendimento do papel que a (LE) irá ter em seu
aprendizado e as oportunidades que ela irá proporcionar, criando um interesse,
ou melhor, uma motivação a mais para os estudantes de (LE), tornando o processo
de aprendizagem mais prazeroso e eficiente. Claro que não podemos deixar de
lado os níveis sociais que cada aluno possui, cabendo ao professor identificar
e ajudar a este aluno na sua construção de pensamento/resposta.
Verifcamos
que fica a cargo do professor de LE, analisar de como esta sendo o
rendimento dos seus alunos, refletindo maneiras de aprimorar seus métodos de
ensino/aprendizagem, para um melhor aproveitamento das aulas por seus alunos.
Levando sempre em consideração as desigualdades sociais existentes em cada sala
de aula, e atuando como agente facilitador do aprendizado, deixando claro tanto
para seus alunos a até mesmo aos seus colegas de profissão da importância de se
ter conhecimento em uma (LE).
Fonte:
http://www.uel.br/revista/prodocenciafope/pages/arquivos/Volume3/ALEXANDRE%20STEIN.
http://www.sbpcnet.org.br/livro/64ra/resumos/resumo
Por
que o ensino de Língua Estrangeira nas escolas regulares brasileiras não é
tratado com a devida importância?
O
Projeto Político Pedagógico norteia-se na premissa de constituir uma escola
baseada na democracia e qualidade de ensino para todos. Segundo Libâneo (2004)
“O Projeto Político Pedagógico é o documento que detalha objetivos, diretrizes
e ações do processo educativo a ser desenvolvido na escola, expressando a
síntese das exigências sociais e legais do sistema de ensino e os propósitos e
expectativas da comunidade escolar”. Cada instituição de ensino se baseia em
seu próprio projeto, formando dessa maneira sua identidade e autonomia,
fundamentando-se para tanto em sua situação e levando em conta suas
necessidades, suas diretrizes devem ser discutidas e aprovadas pela comunidade,
pois só assim haverá verdadeiramente democracia em sua concepção
Os PCN’s a maioria das propostas de ensino de
LE no Brasil diz privilegiar uma “abordagem comunicativa” da língua. No
entanto, o que se observa é que os exercícios e a própria concepção de
avaliação contempla apenas os aspectos gramaticais e formativos da língua. O
documento ainda cita que as justificativas para o não cumprimento do que se
propõe a ensinar são: “falta de materiais adequados, classes excessivamente
numerosas, numero reduzido de aulas por semana, tempo insuficiente dedicado à
matéria no currículo e ausência de ações formativas contínuas junto ao corpo
docente” (BRASIL, 1998, p.24).
Com
a minha vivencia em sala de aula, através do estagio de observação, estou
podendo constatar justamente a não aplicação do que dizem os PCN’s, as aulas
são apenas aplicações de conteúdos gramaticais, tornando as aulas monótonas e
“chatas”. Existem problemas, existem inúmeros, porém cabe ao professor tentar
mudar, criando novas abordagens de ensino, como por exemplo, dinâmicas, para
incentivar o aprendizado de língua estrangeira. Um aluno que conclui o ensino
médio sabendo se comunicar em uma língua estrangeira, tem perspectivas maiores
de conseguir passar num vestibular e/ou de conseguir uma colocação no mercado
de trabalho do que o aluno que sai do ensino médio com essa deficiência.
O
papel do professor de língua estrangeira (LE) no ensino regular no Brasil
possui inúmeros desafios e segundo os PCN’s, talvez o maior desafio do
professor de LE seja, desenvolver um trabalho escolar que vise a incorporar os
conhecimentos dos alunos à nova disciplina e ampliar as oportunidades de acesso
a outros conhecimentos, culturas e realidades.
É
saber utilizar os conhecimentos prévios dos alunos criando assim uma atmosfera
de interação social entre os alunos e o professor, ampliando assim o
aprendizado. O professor assume o papel de mediador do conhecimento levando os
alunos a reflexões e ao entendimento do papel que a (LE) irá ter em seu
aprendizado e as oportunidades que ela irá proporcionar, criando um interesse,
ou melhor, uma motivação a mais para os estudantes de (LE), tornando o processo
de aprendizagem mais prazeroso e eficiente. Claro que não podemos deixar de
lado os níveis sociais que cada aluno possui, cabendo ao professor identificar
e ajudar a este aluno na sua construção de pensamento/resposta.
Verifcamos
que fica a cargo do professor de LE, analisar de como esta sendo o
rendimento dos seus alunos, refletindo maneiras de aprimorar seus métodos de
ensino/aprendizagem, para um melhor aproveitamento das aulas por seus alunos.
Levando sempre em consideração as desigualdades sociais existentes em cada sala
de aula, e atuando como agente facilitador do aprendizado, deixando claro tanto
para seus alunos a até mesmo aos seus colegas de profissão da importância de se
ter conhecimento em uma (LE).
Fonte:
http://www.uel.br/revista/prodocenciafope/pages/arquivos/Volume3/ALEXANDRE%20STEIN.
http://www.sbpcnet.org.br/livro/64ra/resumos/resumo

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