domingo, 27 de novembro de 2016

Aula com videos interativos do Estádio Supervisionado do Curso de Letras

Aula com videos interativos do  Estádio Supervisionado do Curso de Letras

Nunca na escola se discutiu tanto quanto hoje assuntos como falta de limites, desrespeito na sala de aula e desmotivação dos alunos. Nunca se observou tantos professores cansados, estressados e, muitas vezes, doentes física e mentalmente. Nunca os sentimentos de impotência e frustração estiveram tão marcantemente presentes na vida escolar.
Por essa razão, dentro das escolas as discussões que procuram compreender esse quadro tão complexo e, muitas vezes, caótico, no qual a educação se encontra mergulhada, são cada vez mais freqüentes. Professores debatem formas de tentar superar todas essas dificuldades e conflitos, pois percebem que se nada for feito em breve não se conseguirá mais ensinar e educar. Entretanto, observa-se que, até o momento, essas discussões vêm sendo realizadas apenas dentro do âmbito da escola, basicamente envolvendo direções, coordenações e grupos de professores. Em outras palavras, a escola vem, gradativamente, assumindo a maior parte da responsabilidade pelas situações de conflito que nela são observadas.
 Computadores e programas de última geração, projetos multi e interdisciplinares de todos os tipos e para todos os gostos, avaliações participativas, enfim uma infinidade de propostas e atividades visando a, principalmente, atrair os alunos para os bancos escolares. Não é mais suficiente a idéia de uma escola na qual o individuo ingressa para aprender e conhecer. Agora a escola deve também entreter.
As relações humanas, embora complexas, são peças fundamentais na realização comportamental e profissional de um indivíduo. Desta forma, a análise dos relacionamentos entre professor/aluno envolve interesses e intenções, sendo esta interação o expoente das consequências, pois a educação é uma das fontes mais importantes do desenvolvimento comportamental e agregação de valores nos membros da espécie humana
Segundo FREIRE (1996: 96), “o bom professor é o que consegue, enquanto fala, trazer o aluno até a intimidade do movimento do seu pensamento. Sua aula é assim um desafio e não uma cantiga de ninar. Seus alunos cansam, não dormem. Cansam porque acompanham as idas e vindas de seu pensamento, surpreendem suas pausas, suas dúvidas, suas incertezas”.
Ainda segundo o autor, “o professor autoritário, o professor licencioso, o professor competente, sério, o professor incompetente, irresponsável, o professor amoroso da vida e das gentes, o professor mal-amado, sempre com raiva do mundo e das pessoas, frio, burocrático, racionalista, nenhum deles passa pelos alunos sem deixar sua marca”. 
A professora Gina em  continuidade da aula de estagio, apresentou novas temáticas sobre a importância do papel do professor 







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O professor não é mais o detentor do conhecimento, que só transmite a informação. Hoje sabemos que há uma troca, esta deve ser realizada de acordo com perfil dos alunos que compõem a  turma na qual o orientador ensina. O Vídeo do Pateta mostrado na aula da professora Gina mostra uma realidade de maneira divertida e irônica ao mesmo tempo, pois o próprio personagem que tem o nome de “pateta” é o professor que numa sala de aula tentar passar o conteúdo para uma turma totalmente pluralizada com comportamentos de estudantes dos mais diferentes possíveis. Portanto, foi mostrado que apesar das dificuldades que encontraremos numa sala de aula, nós futuros professores não devemos estar desmotivados e apáticos, temos que acreditar que em nosso potencial e utilizar nossa criatividade com métodos que atraiam a atenção dos alunos e torne a aula mais atrativa e envolvente. 

https://www.espacoacademico.com.br
  

Em seguida foi apresentado trechos do filme – O Substituto



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A história de um professor de ensino médio, que apesar de ter o dom nato para se comunicar com os jovens, só dá aulas como substituto. Mas o ponto principal da história é quando ele é chamado para lecionar em uma escola pública, se encontra em meio à professores desmotivados e adolescentes violentos. Daí em diante ele  vai aos poucos começar a perceber como pode fazer a diferença na vida daqueles alunos. Portanto, o filme não retrata o enredo de um simples professor que com uma sensibilidade critica e  de maneira inteligente a temática nos resgata  a  história entre alunos que são dirigidos por uma diretora que prioriza, ao invés da educação, os interesses egoístas vinculado ao caos das instituições públicas que infelizmente é uma realidade em nosso país. Com isso, o filme nos remete a uma melhoria existencial humana não com a missão que é possível salvar a educação em todas as escolas, mas podemos, sim, dentro da nossa realidade começar a salvar um pouco dessa humanidade tão desacreditada dos poderes públicos e dos nosso próprios medos e frustrações. 

Vamos em frente nessa conquista na qual a educação é a nossa vitória!


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